Kanye West está no centro do novo documentário “In Whose Name?“, que revela um lado desconhecido da sua vida durante um momento complicado.
O documentário, dirigido por Nicolas Ballesteros, seguiu o rapper durante seis anos. Durante esse tempo, foram gravadas mais de 3.000 horas de imagens que revelam sua transformação pública e pessoal.
No trailer, Kanye não esconde sua luta contra o transtorno bipolar e diz, de forma direta: “Tô sem meus remédios há cinco meses”.
Além disso, sua ex-esposa, Kim Kardashian, aparece visivelmente preocupada e afirma: “Sua personalidade não era assim alguns anos atrás”.
Além dessas falas, o documentário traz cenas inéditas do rapper organizando seu Sunday Service, visitando uma prisão e segurando um cartaz “Ye4President” feito por ele mesmo.
Em um comício em 2020, ele faz declarações polêmicas, revelando que “quase” teve sua filha abortada.
Kanye ainda afirma: “Eu prefiro morrer do que ficar sob efeito de medicação… Ou eles me destroem ou eu destruo isso… Sou quase um masoquista… Eu escrevo o que quero, quando quero! São palavras!”
Dessa forma, o documentário mostra a complexidade da fama, da fé, da saúde mental e do poder na vida de Ye.
A sinopse explica: “Para seis anos transformadores, com dias de gravação de 15 horas, Ballesteros não apenas documentou um ícone cultural. O que começou como uma simples observação se transformou em uma intensa experiência de desenvolvimento artístico e pessoal.”
O diretor também comentou que sentiu uma conexão com o rapper: “Ye sempre teve alguém filmando ele também, uma lente entre ele e o barulho. Talvez seja por isso que nos entendíamos sem dizer muito. Eu conseguia ficar em segundo plano, presente, com a câmera sempre ligada, capturando momentos fora da performance pública.”
Por outro lado, a produtora Simran A. Singh destacou que o documentário não traz comentários ou conclusões, deixando o público livre para tirar suas próprias interpretações.
Ela afirmou: “Nico estava vivendo ao lado de Ye, câmera na mão, sem saber exatamente o que estava capturando ou para onde isso levaria, e é isso que torna as imagens tão poderosas.”
Embora Kanye tenha autorizado o acesso para as filmagens, a produção é considerada um filme não autorizado. Fontes dizem que Ye não participou da edição e não aprovou o resultado final.
No entanto, um representante do diretor afirmou: “Nico Ballesteros teve acesso a Ye durante a produção, permitindo documentar momentos que se tornaram parte essencial da narrativa. Enquanto Ye é uma figura central, ele não teve direitos de aprovação sobre o conteúdo ou decisões editoriais, garantindo que o filme seja uma obra independente.”
Por fim, “In Whose Name?” estreia em 19 de setembro, em cerca de 1.000 cinemas das redes AMC, Regal e Cinemark.
