Rymir Satterthwaite, que afirmava ser filho biológico de Jay-Z, encerrou o processo de paternidade contra o rapper. Ele protocolou o pedido de arquivamento no dia 18 de julho, na Califórnia.
Com isso, ele colocou um ponto final – pelo menos por enquanto – em uma disputa judicial que já durava mais de dez anos.
O processo exigia que Jay-Z fizesse um teste de DNA. Rymir, representando a si mesmo, alegava que sua mãe, Wanda Satterthwaite, teve um romance com o rapper nos anos 90. Segundo ele, essa relação resultou em seu nascimento, em 1993.
Mesmo após a morte da mãe, em 2016, ele manteve sua versão dos fatos. Além disso, em um vídeo gravado antes de falecer, Wanda declarou: “Meu nome é Wanda Satterthwaite e eu sou a mãe de Rymir Satterthwaite… Eu mantenho minhas alegações sobre este homem.”
Jay-Z sempre negou ser o pai. Além disso, ele afirmou que tribunais anteriores já haviam rejeitado as acusações. Em sua defesa mais recente, o artista acusou Rymir e sua madrinha de promoverem assédio por mais de duas décadas.
De acordo com seus advogados, o cantor só soube da nova ação em junho e pediu um prazo maior para responder. Por isso, a equipe jurídica também tentou negociar diretamente com a madrinha de Rymir, mas, segundo eles, ela desligou o telefone durante a conversa.
No entanto, apesar da desistência, o caso ainda pode voltar à Justiça. Como o arquivamento aconteceu sem prejuízo, Rymir mantém o direito de reabrir a ação.
Em uma postagem na rede X, ele comentou sobre alterações no processo: “Olá, foram feitas mudanças no meu caso em 18 de julho de 2025, por volta das 15h30, horário do Pacífico… Vamos explicar em breve, mas agora tudo é sobre minha mãe.”
Durante toda a disputa, Rymir insistiu que sua motivação não era dinheiro ou fama. “Eu nunca odiaria o Jay-Z, eu respeito ele por tudo que ele fez… Vou lutar até não estar mais aqui.”
Até o momento, a Justiça não solicitou teste de DNA. O juiz responsável ainda não emitiu um parecer oficial sobre o caso. Portanto, o desfecho ainda está em aberto, e os próximos passos dependem da decisão do tribunal. Assim, o desfecho do caso continua indefinido.
