InícioNotíciasCEO da Universal chama acusação de Drake sobre "Not Like Us" de ridícula

CEO da Universal chama acusação de Drake sobre “Not Like Us” de ridícula

O CEO e presidente da Universal Music Group (UMG), Lucian Grainge, rebateu de forma contundente a ação judicial movida por Drake contra a gravadora. Ele classificou as acusações como “farsescas”, “infundadas” e “ridículas”, segundo informações do The Independent.

O rapper canadense, de 38 anos, processou a UMG por difamação. A ação surgiu após o lançamento de “Not Like Us“, de Kendrick Lamar, em 2024.

A música fez parte de uma treta entre os dois rappers e inclui versos que, segundo Drake, espalham a “falsa e maliciosa narrativa” de que ele teria interesse por menores de idade.

Grainge declarou que considerar a existência de um plano para prejudicar a imagem de Drake “não tem fundamento”. De acordo com ele, a UMG investiu “centenas de milhões de dólares” na carreira do artista desde 2009, quando ele assinou com a Republic Records.

Além disso, destacou que a empresa comprou “grande parte de seu catálogo e direitos autorais”, oferecendo apoio financeiro de forma contínua.

O executivo disse ainda: “Nunca participei da aprovação do conteúdo da música, de sua capa ou clipe, nem da definição de estratégias de promoção.”

Segundo ele, só tomou conhecimento da faixa e do material visual “depois que a Interscope Records, gravadora responsável pelo catálogo de Lamar, realizou o lançamento.”

Nos documentos enviados ao tribunal, Grainge acusou Drake de tentar “usar o processo de descoberta de provas para atrair atenção da mídia ou pressionar por concessões financeiras.”

Ele afirmou que solicitações, como obter o contrato de Lamar e acessar mensagens internas da UMG, “não têm relação com o caso”.

Enquanto isso, a gravadora classificou como “absurda” a tese de que o canadense só perdeu a treta por causa de uma suposta conspiração.

Além disso, em carta enviada ao tribunal, a UMG afirmou:

“O argumento de que Drake não poderia ter perdido uma batalha de rap sem que houvesse uma imaginada conspiração secreta envolvendo a liderança máxima da UMG é absurdo. O CEO comanda uma multinacional com operações em mais de 60 países e não analisa individualmente músicas, capas ou planos promocionais.”

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